Maranho da Sertã

Maranhos da Sertã - DOMO DOM Maranho da Sertã tem como ingredientes principais a carne de cabra, carne de suíno do Monte da Lameira, presunto, chouriço Casel, o arroz e a hortelã.
O nosso Maranho já está cozido, basta aquecer em água a ferver, juntamente com a hortelã, durante aproximadamente 15 minutos.
Acompanhe com hortaliça da época e batata frita caseira. Um DOM apetite!


Medalha de Ouro na categoria “Maranhos da Sertã” no 6º Concurso Nacional de Enchidos, Ensacados e Presuntos Tradicionais Portugueses 2015/16
Menção Honrosa para a embalagem do Dom Maranho da Sertã no mesmo concurso.

Um  DOM Maranho dá para quantas pessoas?

4 pessoas.

Quanto pesa um DOM Maranho da Sertã?

Cada DOM Maranho pesa 700 gramas.

Quais são os ingredientes do DOM Maranho?

Carne de cabra, arroz, carne de suíno do Monte da Lameira, toucinho, bandougas, vinho branco, presunto, hortelã, água, óleo, chouriço da Casel, sal, alho e pimenta.

O DOM Maranho tem o selo do Portugal Sou Eu?

Sim! O Portugal Sou Eu, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros 56/2011, é um programa do Ministério da Economia que visa a valorização da oferta nacional.

A pele do DOM Maranho também se come?

Sim. Deliciosa!

Qual a validade do DOM Maranho?

45 dias. O nosso Maranho é produzido no prazo máximo de 2 dias úteis após a encomenda.

O DOM Maranho já vem preparado para comer?

Não. Tem que aquecer durante 15 minutos em água a ferver, juntamente com a hortelã que vem com o Maranho.

Se ficar fã do DOM Maranho da Sertã posso ser cliente diário da DOM?

Sim, produzimos os nossos produtos mediante os pedidos dos clientes. Para não comer apenas Maranho sugerimos intercalar com o DOM Bucho.

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Maranho, a sua história

A origem do Maranho remonta ao século XVI, existindo uma forte conotação da razão da sua existência com a devastação ao nível alimentar provocada pelas Invasões Francesas.
Com a população da actual zona sul da Beira Baixa privada de inúmeros outros alimentos, a carne de cabra é assumida como elemento central no desenvolvimento desta iguaria. Por outro lado, também no Brasil dos séculos XVI e XVII, são inúmeros os registos de Maranho como nome de família, nomeadamente referindo-se aos “cristãos novos”, oriundos das comunidades muçulmanas e judaicas.

Foi contudo no início século XX que o Maranho, como hoje o conhecemos, atinge substancial grau de afirmação e popularidade. Ficará para sempre na história o famoso almoço em 1913, no qual Abílio Marçal, democrata e republicano nascido no concelho da Sertã, já no seu segundo mandato como Administrador do Concelho (em 1917 também Presidente de Câmara e mais tarde, em 1920 e já em Lisboa, Deputado e Presidente da Câmara de Deputados de Portugal) brindou o então primeiro-ministro (e ministro das finanças) Afonso Costa com “…abastada refeição na sua terra natal, na qual o Maranho seria o prato principal…”.